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10 h 54

Sexta-feira, 24 Março 2017

GUIA DE ENTREVISTAS

ENTREVISTA


Veja as inovações da área mostradas durante o Congresso Brasileiro de Retina e Vítreo!

Nomes como Michel Farah (presidente do congresso e professor da Unifesp) e Walter Takahashi (presidente da comissão científica do evento) deram oportunidade de o Brasil mostrar as inovações na área de retina e vítreo. Veja, a seguir, na entrevista com Dr. Maurício Maia.

Um dos destaques do Congresso é o combate à cegueira. Como que serão abordadas doenças como Degeneração Macular e Diabetes, quanto à tratamentos e técnicas, de forma que evitem cada vez mais a cegueira?

Temos dois grandes problemas que causam a cegueira no país. A diabetes, que afeta 3% a 7% da população do país, sendo que 40% não sabem que estão com a doença. E a degeneração macular. Temos de inovador o Laser Pascal, o qual o tratamento é mais rápido e sem dor. A capacidade de tratamento é maior e mais rápida em 40%. Outros lasers demoram 10 minutos em uma ou duas sessões. Com esses atributos, o número de pacientes atendidos aumenta muito e a capacidade de tratamento também.
Também temos o aplicamento Intravítreo, com o remédio Avastin. Que está sendo muito utilizado no Brasil para várias doenças oftalmológicas, principalmente degeneração macular.

Dentre os tratamentos inovadores, está o uso de células tronco e terapias genéticas. Já existem estudos sobre esse assunto, para que no futuro haja cura de cegueiras irreversíveis?

O tratamento já foi usado no Brasil. São injetadas dentro do olho. Mas ninguém mostrou melhoras, portanto, são necessários estudos.

O tratamento off label, que será discutido no Congresso, em que casos é necessário? E como é utilizado nos pacientes?

Tratamento off label significa "tratamento fora da bula". Quando existe um remédio para tratar uma doença e serve para outra. Estamos falando do próprio Avastin. Remédio que foi criado para tratamento de metástase de câncer e, atualmente, é ajuda tantos casos de degeneração macular.

Os corantes feitos a partir do açaí vão baratear o custo de tratamento? Por enquanto haverá apenas no Brasil, ou já existe a pretensão de exportar o corante?

Uma invenção brasileira inédita no mundo. Ainda não há a pretensão de exportar, mas o Brasil já foi convidado a apresentar o corante em congressos internacionais. Além de ser mais barato e menos tóxico, pois é criado com elementos naturais, sua cor roxa mostra tecidos de 1 mm de espessura divididos em 1000 partes. O Brasil possui mais 25 corantes feitos com elementos naturais. As maiores vantagens do corante produzido a partir do açaí é que vai baratear o custo e será menos tóxico ao paciente.

Os corantes feitos a partir do açaí vão baratear o custo de tratamento? Por enquanto haverá apenas no Brasil, ou já existe a pretensão de exportar o corante?

Uma invenção brasileira inédita no mundo. Ainda não há a pretensão de exportar, mas o Brasil já foi convidado a apresentar o corante em congressos internacionais. Além de ser mais barato e menos tóxico, pois é criado com elementos naturais, sua cor roxa mostra tecidos de 1 mm de espessura divididos em 1000 partes. O Brasil possui mais 25 corantes feitos com elementos naturais. As maiores vantagens do corante produzido a partir do açaí é que vai baratear o custo e será menos tóxico ao paciente.

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