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Sexta-feira, 24 Maio 2013

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21/08/2007

HOB faz mutirão de exames em alunos de escolas públicas

<br>Mais de 50 crianças de 1ª a 4ª séries realizaram exame oftalmológico no início de setembro no Hospital Oftalmológico de Brasília

<br>Em cada grupo de 800 crianças de 1ª a 4ª séries examinadas anualmente pela Secretaria de Saúde do Distrito Federal, nas escolas públicas, mais de 10% apresentam alguma dificuldade visual e necessitam de tratamento oftalmológico especializado.
De acordo com a oftalmologista da Secretaria, Núbia Vanessa Lima de Faria, a dificuldade em atender a todos é um dos grandes desafios a ser superado, pois as deficiências visuais quando não tratadas em tempo podem comprometer o desenvolvimento intelectual das crianças para sempre se o problema acarretar um déficit de aprendizado.A fim de colaborar e minimizar esta situação, o Hospital Oftalmológico de Brasília (HOB) realizou um mutirão de exames com 53 crianças indicadas pela Secretaria de Educação do Distrito Federal. Exames completos e sofisticados de acuidade visual, incluindo desde paquimetria, mapeamento de retina, topografia corneana até tonometria foram realizados para detectar a presença de miopia, astigmatismo, glaucoma e ceratocone e proporcionar o tratamento especialmente no que se refere ao uso de óculos para correção de deficiências refrativas.

<br>O índice de presença de dificuldade visual superou os 10%. Das 53 crianças examinadas, 30 apresentaram distorções refracionais, isto é, miopia, astigamatismo ou hipermetropia. Mais de 50% das crianças que participaram do mutirão saiu do HOB, nesse sábado, com receita de lentes e com os óculos já encomendados. O HOB e as óticas Voriques atuaram em parceria nessa iniciativa que envolveu exames e doação de armações e lentes às crianças necessitadas de correção.De acordo com a auxiliar de enfermagem da Secretaria da Saúde, Benedita Cândida do Espírito Santo, os testes são feitos por oftalmologistas com a tabela e, ao apresentarem dificuldades, as crianças são encaminhadas aos oftalmologistas do Distrito Federal.
<br>Atentos - Cair seguidamente e ler com o nariz quase encostado nos cadernos são os sintomas mais freqüentes notados pelos professores dos primeiros anos escolares e pelas mães das crianças que ao realizar exames apresentam deficiências visuais.
Maria Celeste Barros Aguiar, mãe de Felipe que tem oito anos de idade e está na segunda série, conta que a professora chamou sua atenção para a dificuldade de aprendizado que ela própria já havia detectado pela forma como ele estudava. Felipe se atrasava muito para copiar a lição conta a mãe do menino selecionado para realizar os exames no HOB. “Ele usa óculos desde os cinco anos de idade e sei quando precisa reavaliação, porque começa a se queixar de dor de cabeça”, declara.
Para a oftalmologista do HOB que coordenou o mutirão, Larissa Pedroso, esta foi uma boa chance para que os pais obtivessem a avaliação mais ágil e completa das condições visuais de seus filhos e, para o Hospital, uma oportunidade de contribuir com o melhor desenvolvimento da comunidade onde atua.
Também integraram a equipe de atividades do mutirão os oftalmologistas, Mário Jampaulo, Edenilson Carvalho, Hanna Flávia Gomes e Dorotéia Matsuura, do HOB.


Mundo Optico

<br>Mais de 50 crianças de 1ª a 4ª séries realizaram exame oftalmológico no início de setembro no Hospital Oftalmológico de Brasília

<br>Em cada grupo de 800 crianças de 1ª a 4ª séries examinadas anualmente pela Secretaria de Saúde do Distrito Federal, nas escolas públicas, mais de 10% apresentam alguma dificuldade visual e necessitam de tratamento oftalmológico especializado.
De acordo com a oftalmologista da Secretaria, Núbia Vanessa Lima de Faria, a dificuldade em atender a todos é um dos grandes desafios a ser superado, pois as deficiências visuais quando não tratadas em tempo podem comprometer o desenvolvimento intelectual das crianças para sempre se o problema acarretar um déficit de aprendizado.A fim de colaborar e minimizar esta situação, o Hospital Oftalmológico de Brasília (HOB) realizou um mutirão de exames com 53 crianças indicadas pela Secretaria de Educação do Distrito Federal. Exames completos e sofisticados de acuidade visual, incluindo desde paquimetria, mapeamento de retina, topografia corneana até tonometria foram realizados para detectar a presença de miopia, astigmatismo, glaucoma e ceratocone e proporcionar o tratamento especialmente no que se refere ao uso de óculos para correção de deficiências refrativas.

<br>O índice de presença de dificuldade visual superou os 10%. Das 53 crianças examinadas, 30 apresentaram distorções refracionais, isto é, miopia, astigamatismo ou hipermetropia. Mais de 50% das crianças que participaram do mutirão saiu do HOB, nesse sábado, com receita de lentes e com os óculos já encomendados. O HOB e as óticas Voriques atuaram em parceria nessa iniciativa que envolveu exames e doação de armações e lentes às crianças necessitadas de correção.De acordo com a auxiliar de enfermagem da Secretaria da Saúde, Benedita Cândida do Espírito Santo, os testes são feitos por oftalmologistas com a tabela e, ao apresentarem dificuldades, as crianças são encaminhadas aos oftalmologistas do Distrito Federal.
<br>Atentos - Cair seguidamente e ler com o nariz quase encostado nos cadernos são os sintomas mais freqüentes notados pelos professores dos primeiros anos escolares e pelas mães das crianças que ao realizar exames apresentam deficiências visuais.
Maria Celeste Barros Aguiar, mãe de Felipe que tem oito anos de idade e está na segunda série, conta que a professora chamou sua atenção para a dificuldade de aprendizado que ela própria já havia detectado pela forma como ele estudava. Felipe se atrasava muito para copiar a lição conta a mãe do menino selecionado para realizar os exames no HOB. “Ele usa óculos desde os cinco anos de idade e sei quando precisa reavaliação, porque começa a se queixar de dor de cabeça”, declara.
Para a oftalmologista do HOB que coordenou o mutirão, Larissa Pedroso, esta foi uma boa chance para que os pais obtivessem a avaliação mais ágil e completa das condições visuais de seus filhos e, para o Hospital, uma oportunidade de contribuir com o melhor desenvolvimento da comunidade onde atua.
Também integraram a equipe de atividades do mutirão os oftalmologistas, Mário Jampaulo, Edenilson Carvalho, Hanna Flávia Gomes e Dorotéia Matsuura, do HOB.

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