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14/03/2011

Dia Mundial do Glaucoma (12.03) alerta para os riscos da convivência com esse inimigo silencioso

Em 2009 e 2010, 8,5 milhões de pessoas perderam a visão por causa do glaucoma. Entre 1% e 2% da população acima de 40 anos é portadora da doença, mas apenas 1/3 sabe disso.

O glaucoma é uma das principais causas de cegueira irreversível. De acordo com o Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO), cerca de 8,5 milhões de pessoas em todo o mundo perderam a visão por conta da doença – isso só em 2009 e 2010. Entre os brasileiros, a estimativa é de que 985 mil sejam portadores da alteração, sendo que 635 mil ignoram a condição.

Além do quadro congênito, o glaucoma pode se desenvolver silenciosamente ao longo da vida. Embora não tenha cura, a maioria dos casos pode ser controlado com tratamento adequado e contínuo. “Apesar da pressão intra-ocultar elevada não ser a única causa do glaucoma, até o momento diminuí-la é a principal medida. Isso pode ser feito com colírios especiais, aplicação de laser ou cirurgia. O grande problema que enfrentamos é adesão do paciente ao tratamento, já que muitos relaxam por não experimentarem os sintomas da doença", afirma o oftalmologista Edney de Resende, do Hospital Pacini - em Brasília.

Os principais sintomas na fase avançada são estreitamento do campo visual e perda progressiva da visão. Mas, há casos agudos nos quais o indivíduo experimenta visão borrada, forte dor ocular, halos coloridos em volta da luz, náuseas, vômitos e cefaleia. De acordo com as estatísticas, entre 1% e 2% da população acima de 40 anos é portadora de algum tipo de glaucoma.

Os filhos de glaucomatosos precisam verificar com frequência a pressão intra-ocular. Alguns medicamentos também podem elevar a pressão de maneira transitória ou definitiva, dependendo do tempo de uso e da predisposição de cada pessoa. “Remédios como corticóides e outros podem causar alterações da pressão ocular. Portanto, quem os usa por tempo prolongado deve ser acompanhado por um oftalmologista”, esclarece Dr. Edney. Em termos gerais, o ideal é que todas as pessoas procurem anualmente um oftalmologista a partir dos 35 anos caso não apresentem sintomas e sempre que verificarem alterações oculares.
JorNow

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