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03/12/2013

Cirurgia da catarata permite qualidade de vida na terceira idade

Os cuidados com os olhos devem acontecer durante toda a vida. Mas é principalmente na terceira idade que surge uma das doenças oftalmológicas mais comuns, a catarata. Estima-se que cerca de 10 milhões de brasileiros acima de 60 anos, ou seja, metade da população idosa do país possui a doença,

Com o avanço da tecnologia nas cirurgias oculares, a cura da catarata ficou muito mais fácil e possível. Em Curitiba, o Instituto de Oftalmologia de Curitiba (IOC), que já realizou mais de dez mil procedimentos com este fim, é referência no assunto.

“A catarata é a perda progressiva da transparência do cristalino a lente natural do olho”, explica o médico oftalmologista responsável pela equipe do IOC, o diretor clínico Dr. Luiz Geraldo Simões de Assis. Com o avanço da doença, o paciente começa a enxergar como se estivesse em frente a uma janela embaçada, já que a opacidade do cristalino diminui a intensidade de luz que chega na retina, provocando a redução progressiva da capacidade de enxergar bem, com sintomas como o borramento da visão e a distorção de imagens. “A expectativa de vida das pessoas cresce a cada ano, mas é natural que pelo uso, alguns problemas surjam. O olho humano sofre com inúmeras exposições ao longo dos anos como aos raios solares, por exemplo, que podem ser alguns dos motivadores do desenvolvimento da catarata, entre outros”, explica o médico.

Apesar de menos frequente, a catarata também pode atingir jovens, adultos e até crianças. Na infância, ela normalmente é congênita, ou seja, já nasce com a pessoa. No adulto jovem, são possíveis os casos de catarata traumática ou patológica. “Não existem tratamentos clínicos para evitar, reduzir ou eliminar a catarata. Quando ela é formada, só poderá ser removida por meio da cirurgia”, explica o médico. 

Cirurgia rápida, eficiente e com anestesia por colírios

No Instituto de Oftalmologia de Curitiba, os profissionais se especializaram na técnica mais moderna, segura e eficiente para o tratamento da catarata, a Facoemulsificação com pequena incisão e anestesia tópica, ou seja, somente com o uso de colírios. “Todo o procedimento é realizado em aproximadamente 8 minutos. É feita uma pequena incisão de 2,5 milímetros na base da córnea, com uma caneta especial. A catarata é fracionada em partículas microscópicas que são aspiradas. Na sequência, o cristalino é removido e implantado em seu lugar uma lente intraocular”, explica Dr. Luiz Geraldo. A permanência no centro cirúrgico é de aproximadamente duas horas, incluindo o pré-operatório, a cirurgia e a recuperação pós-cirúrgica. O médico ainda explica que o paciente recebe alta no mesmo dia da cirurgia.

O retorno gradativo da visão inicia-se logo após o procedimento, melhorando muito nas próximas 24 horas. Em poucos dias o paciente já pode retomar suas atividades diárias. Durante os primeiros momentos após a cirurgia, é necessário o uso de medicamentos para acelerar a cicatrização e reduzir o risco de infecção. Segundo dados divulgados pela American Society of Cataract and Refractive Surgery, 98% dos pacientes submetidos a este procedimento apresentaram uma melhora significativa da visão após a cirurgia. A incisão autosselante, ou seja, sem a necessidade de pontos, diminui o desconforto tornando ainda melhor a qualidadevisual do paciente.

Lentes Intraoculares

As lentes utilizadas para a recuperação da catarata e pelos profissionais do IOC são, com maior frequência, as monofocais, multifocais e tóricas. “Durante o processo para a realização da cirurgia, o médico conversará com o paciente sobre o tipo de lente intraocular mais adequado para o seu caso, baseando-se em seu caso clínico e também em suas atividades diárias”, conta o médico. As lentes monofocais são aquelas que direcionam os raios de luz para um único ponto focal, corrigindo apenas o grau esférico, ou seja, apenas o foco de longe ou de perto.

Para algumas outras atividades que exigem visão mediana, como ler, por exemplo, será necessário o uso de óculos. Já as multifocais são constituídas de anéis concêntricos que direcionam os raios de luz para focalizar de longe e também de perto. “Assim, o paciente fica menos dependente da necessidade de óculos para suas atividades diárias”, finaliza o Dr. Luiz Geraldo.

Serviço:

Instituto de Oftalmologia de Curitiba - IOC

Av. Getúlio Vargas, 1.500 – Rebouças | Curitiba, PR

Telefone / Fax: (41) 3322-2020

www.ioc.med.br


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