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25/06/2014

Cirurgia: a solução definitiva para o astigmatismo e a miopia?

Técnicas para corrigir os problemas são seguras e eficientes
 
Dar adeus aos óculos e lentes de contato é o desejo de muitos que sofrem com os problemas de visão, como miopia e astigmatismo. Mas, será que somente a cirurgia é o caminho para quem deseja uma visão perfeita? Antes de qualquer decisão, no entanto, é indispensável visitas a um oftalmologista, buscar informações sobre como a cirurgia é realizada, como se dá o procedimento, o pós-operatório e tantas outras questões relativas ao assunto.
 
De acordo com o oftalmologista Richard Yudi, a cirurgia é indicada quando existe a vontade do paciente em aumentar a independência do uso de óculos ou lentes de contato, melhorando assim, a sua qualidade de vida e autoestima. Para isso, existem basicamente dois tipos de cirurgias: a PRK (Photorefractive Keratectomy) e o procedimento denominado LASIK. “Este último realiza um corte manual no epitélio chamado de lamela ou ‘flap’. O cirurgião esculpe o interior da córnea com o laser para eliminar o grau e recoloca o ‘flap’ no lugar. Já o PRK consiste na raspagem do epitélio, camada externa da córnea, para posteriormente ser aplicado o laser”, explica. 
 
Apesar de serem técnicas diferentes, ambas apresentam o mesmo resultado e eficiência. Porém, Dr. Richard alerta para a diferença no pós-operatório inicial. “O LASIK é mais confortável e a recuperação da visão é mais rápida. No entanto, O PRK tem como vantagem o alto nível de segurança, sendo utilizado principalmente para a correção de baixos a moderados graus de miopia e astigmatismo”. 
 
Para realizar o procedimento, o paciente deve ser maior de 21 anos e ter correção estável, ou seja, não ter aumento de mais de meio grau no último ano ou um grau nos últimos dois anos. Antes da operação é necessário realizar uma bateria de exames para avaliar produção lacrimal, espessura da córnea, saúde das diversas estruturas oculares e ausência de doenças sistêmicas que comprometem a cicatrização.
 
Segundo Richard, conhecer como a cirurgia é feita e seus riscos traz mais segurança para o paciente no procedimento: “Todo o procedimento cirúrgico apresenta risco de infecções e outras complicações. Tais riscos são minimizados pelos cuidados envolvidos na preparação do paciente e na hora da cirurgia. Desde que o paciente seja avaliado por profissionais qualificados, a chance da cirurgia ser bem sucedida é bastante alta”, explica. 
 
Conversar bastante com um especialista é fundamental. Lembre-se: a maioria das doenças oculares não apresenta sintomas no estágio inicial e podem aparecer em decorrência do envelhecimento. 
 
Sobre Dr. Richard Yudi Hida
 
Dr. Richard Yudi Hida é um dos maiores cirurgiões oculares reconhecido mundialmente. Há quase 20 anos, Dr. Richard Yudi Hida atua na área de oftalmologia clínica e cirúrgica, no tratamento das mais variadas doenças visuais. O profissional é especializado em oftalmologia pelo Departamento de Oftalmologia da Santa Casa de São Paulo. Atualmente, é chefe do Setor de Catarata do Departamento de Oftalmologia da Santa Casa de São Paulo, responsável por cerca de 500 cirurgias por mês. É também diretor técnico do Banco de Tecidos Oculares da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, responsável por coordenar a distribuição de tecidos oculares desta instituição. O profissional ainda é membro da equipe de Transplante de Córnea da Santa Casa de São Paulo. É médico voluntário, colaborador e membro do Grupo de Estudo em Superfície Ocular do Departamento de Oftalmologia da Universidade de São Paulo (USP), responsável por orientar inúmeras pesquisas internacionais sobre tratamento e diagnóstico de doenças da superfície ocular
 
 

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