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23/03/2015

Outono, Estação pede cuidados especiais com os olhos

Com a chegada do outono cresce a incidência de alergias respiratórias, mas, o que poucos sabem, é que a estação também propicia o aumento do número de casos de alergia ocular, principalmente devido ao ar seco, piora da poluição, redução das chuvas, com consequente ressecamento dos olhos. No Brasil, nesta época do ano, a ocorrência do problema piora de forma drástica.
 
A alergia ocular pode atingir pessoas de todas as idades, causando reações imunológicas na córnea e conjuntiva com piora da transparência da córnea e até graves inflamações. “A alergia ocular, também conhecida como conjuntivite alérgica, é uma infecção na conjuntiva, membrana que recobre a parte interna da pálpebra. Os principais sintomas são coceira nos olhos, ardor, sensibilidade à luz, sensação de secura, dor, olho vermelho, lacrimejamento, secreção e inchaço palpebral ou da conjuntiva.”, alerta o oftalmologista Dr. Richard Yudi Hida. “É importante entender que a causa da doença é sistêmica e não ocular, ou seja, se não tratar da alergia sistêmica, dificilmente consegue controlar a alergia ocular. O controle da deonça sistêmica é a chave do tratamento. Identificando e evitando os agentes causadores de alergia (tanto ocular ou sistêmica), os sintomas apresentarão melhora significativa, porém, não trata a causa primária”, explica o especialista. 
 
Os alérgenos mais comuns são pólen, ácaros, poeira e pêlos de animais. Porém, como nem sempre é fácil ou possível evitá-los, alguns cuidados podem ajudar no alívio dos sintomas, dentre eles, compressas geladas com olhos fechados para melhorar coceira e utilizar medicações oculares prescritas pelo oftalmologista para controle das inflamações, sempre que necessário.
  
No entanto, é importante ter cuidado, pois caso não sejam tratadas adequadamente, a alergia ocular pode se transformar em lesões graves da córnea, como ceratites, úlceras e cicatrizes. “Todas estas complicações são potencialmente graves e podem levar à diminuição da visão”, afirma o oftalmologista. “Sempre que os sintomas da alergia ocular forem persistentes e recorrentes, torna-se necessário procurar o oftalmologista, que fará um diagnóstico mais preciso, essencial para o início imediato do tratamento”, complementa.
 
PROTEGENDO OS OLHOS
 
O que fazer para que a alergia ocular não se instale? Como preveni-la? O especialista recomenda realizar limpeza local ao redor das pálpebras e nos cílios, local onde se acumula os alérgenos. A limpeza deve ser realizado ao banho todos os dias utilizando qualquer sabonete ou shampoo neutro. Não se recomenda o uso de qualquer tipo de colírio ou medicação nos olhos sem orientação ou prescrição médica do seu oftalmologista.
 
Outras medidas indicadas pelo Dr. Richard são: evitar coçar os olhos podendo provocar lesões na superfície ocular e cuidado com produtos químicos que podem irritar a mucosa, como os protetores solares usados ao redor dos olhos. 
 
Sobre Dr. Richard Yudi Hida
Dr. Richard Yudi Hida é um dos maiores cirurgiões oculares reconhecidos mundialmente. Há quase 20 anos, Dr. Richard Yudi Hida atua na área de oftalmologia clínica e cirúrgica, no tratamento das mais variadas doenças visuais.
O profissional é especializado em oftalmologia pelo Departamento de Oftalmologia da Santa Casa de São Paulo. Foi Fellow nas 2 melhores Universidades do Japão (Keio University- School of Medicine e Kyorin University) onde dominou várias áreas da oftalmologia cirúrgica. Atualmente, é chefe do Setor de Catarata do Departamento de Oftalmologia da Santa Casa de São Paulo, responsável por cerca de 500 cirurgias por mês.
É também diretor técnico do Banco de Tecidos Oculares da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, responsável por coordenar a distribuição de tecidos oculares para transplante desta instituição. O profissional ainda é membro da equipe de Transplante de Córnea da Santa Casa de São Paulo. É médico voluntário, colaborador e membro do Grupo de Estudo em Superfície Ocular do Departamento de Oftalmologia da Universidade de São Paulo (USP), responsável por orientar inúmeras pesquisas internacionais sobre tratamento e diagnóstico de doenças da superfície ocular.
 
 
 

Dezoitocom

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