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25/05/2006

Proximidade do primeiro jogo do Brasil leva muita gente ao oftalmologista. Ninguém quer perder um lance

Antes que o time brasileiro pise o gramado do Olympiastadium de Berlim, no dia 13 de junho, para estrear contra o time da Croácia, muitos brasileiros estão se apressando em recorrer ao oftalmologista para não perder nenhum lance desta Copa que poderá representar o hexa. 
“Houve um aumento de 40% nas cirurgias de catarata”, diz o médico oftalmologista Renato Neves, diretor da rede Eye Care. “Trata-se de um procedimento rápido e com resultados de curtíssimo prazo, onde o paciente recebe uma lente intraocular e volta a enxergar perfeitamente em dois ou três dias.”
De acordo com o médico, o fato de a Copa do Mundo motivar pacientes a decidirem pela cirurgia é totalmente explicável. “Diferentemente de outras doenças oculares, a catarata é silenciosa, não apresenta grandes alterações na aparência e não incomoda, já que não provoca ardência, coceira ou qualquer outro incômodo. É como se o paciente, aos poucos, fosse enxergando através de uma janela embaçada. E a maioria deixa para procurar ajuda do oftalmologista quando já não consegue enxergar praticamente nada.”
As novas gerações de lentes intraoculares (LIOs) dispensam o uso de óculos após o procedimento cirúrgico. “Para compensar a inexistência de tratamento clínico de catarata, os avanços da cirurgia têm aumentado em grande velocidade nos últimos anos. Além de ser um procedimento seguro, as lentes intraoculares implantadas depois da cirurgia têm a função de ajustar a visão conforme a necessidade do momento. O avanço, agora, é que o ajuste é tão satisfatório com a nova geração de lentes, que dispensa o uso de óculos para perto ou para longe em 98% dos casos”, diz Neves.
De acordo com a Academia Americana de Oftalmologia, mais de vinte milhões de pessoas acima dos 40 anos sofrem de catarata e 90% da população adulta será portadora da doença depois dos 70. A catarata avança aos poucos. O portador pode sofrer alterações na visão durante meses ou anos sem se dar conta da gravidade da questão. Por isso, os especialistas são unânimes em orientar pessoas com mais de 40 anos a fazer exames de fundo de olho anualmente.
Segundo Neves, na fase inicial da doença, o paciente nota maior facilidade para enxergar de perto, que progride para uma maior sensibilidade à luz e, principalmente, aos reflexos e brilhos à noite,  visão embaçada, sensação de que as cores estão desbotadas e mudanças na cor da pupila. “Esse avanço progressivo impede a pessoa de realizar tarefas simples, como ler, dirigir ou assistir aos jogos pela TV”.

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